domingo, 24 de fevereiro de 2008

Música auxilia recuperação de pacientes depois de derrame

Uma pesquisa realizada por médicos finlandeses demostrou que ouvir música auxilia a recuperação de pacientes que sofreram um acidente vascular cerebral. Divulgada em artigo publicado nesta quarta-feira (20) na versão na versão online da revista especializada "Brain", traz uma nova abordagem, complementar aos tratamentos convencionais.

Luis Fernando Correia é médico e apresentador do "Saúde em Foco", da CBN; veja o site


Os pesquisadores trabalharam com mais de 60 pacientes da Universidade de Helsinqui, na Finlândia que haviam sofrido um AVC e estavam recebendo tratamento de reabilitação habitual. O tratamento começava ser realizado assim que o paciente era admitido no hospital.

Os cientistas dividiram os pacientes em grupos que ouviram música diariamente, outros ouviam histórias gravadas (áudio-livros) ou somente recebiam o tratamento convencional de reabilitação.

Como muitos desses pacientes apresentam limitações motoras importantes, permanecem longos períodos do dia em seus leitos e muitas vezes sozinhos. A expectativa dos pesquisadores era de que a música e as histórias gravadas pudessem acelerar a recuperação através de uma estimulação mais constante.

Após três meses de tratamento, os pacientes do grupo que ouvia música apresentavam 60% de melhora na avaliação da memória verbal, o grupo dos livros gravados também mostrou progresso, porém mais modesto, somente 18%. Da mesma forma, a atenção e a capacidade de resolver pequenos problemas melhorou quase 20% naqueles que receberam o estímulo musical sem apresentarem diferenças nos outros dois grupos.

Um outro aspecto importante foi o de que os pacientes expostos à música tinham menos depressão e estavam em melhor estado psíquico, quando comparados aos outros.

Os cientistas acreditam que o tratamento deva ser iniciado o mais cedo possível, antes da fase de adapação das funcões cerebrais que se segue a um AVC.

Como esse estímulo é simples, barato e sem contra-indicações, os médicos de Helsinqui estarão desenvolvendo um projeto maior para avaliarem diferentes aspectos envolvidos, como tipos e ritmos variados.


sábado, 23 de fevereiro de 2008

Não prenda o fone com o ombro e a cabeça

O alerta vem dos consultores médicos do jornal britânico Neurology: está comprovado que é perigoso, e pode até ser fatal, conversar pelo telefone apoiando o fone no ombro e firmando-o com a cabeça. Geralmente tende-se a fazer isso em conversas prolongadas ou quando se tem de anotar o que o interlocutor está falando. O caso relatado pela publicação científica refere-se a um psiquiatra francês. Demorou-se ele uma hora no telefone com o fone preso entre a cabeça e o ombro esquerdo. Quando desligou, o psiquiatra sofreu cegueira temporária, sentiu dificuldade para falar e teve um derrame cerebral. Motivo: um osso minúsculo mas pontudo sob a orelha esquerda e atrás do queixo rompeu os vasos que levam o sangue até o cérebro. Esse rompimento se dá porque sem sentir a pessoa vai pressionando cada vez mais a cabeça sobre o fone e, também involuntariamente, vai levantando o ombro.

terra

A borra de café no combate ao Aedes aegypti e à dengue


Chega o verão, é tempo de praia, de férias e de epidemia de dengue. Isso vem se repetindo há alguns anos e as áreas de saúde do governo, ou dos governos, parecem apreciar tudo isso como se nada tivesse a ver com o assunto: a epidemia de dengue. Anual e mortal.
Segundo o Jornal do Commercio (Recife), no Brasil foram registrados exatos 736.341 casos de dengue clássica de janeiro a outubro de 2002. A forma hemorrágica da doença atingiu 2.279 pessoas e matou 134 delas.
Não há dúvida de que o número real de casos, de mortes e de pessoas contaminadas, é muitas vezes superior, uma vez que muita gente não vai a um posto de saúde ou hospital para se tratar.
Em todos os recantos do Brasil repetiu-se a mesma coisa, pelo menos no que diz respeito à ausência de ações preventivas dos governos.
Mas, como é que se diz: o dengue ou a dengue?
Não importa. Esqueça a gramática. Pode matar da mesma maneira.
O ciclo de contaminação inicia-se com uma picada.
A transmissão se dá pela picada do mosquito Aedes aegypti que ficou infectado porque picou uma pessoa doente. Esse mosquito infectado, picando uma pessoa sadia, passa o vírus da dengue e esta pessoa fica doente. (1)
Para quebrar essa corrente e interromper o ciclo há que se exterminar o mosquito.
No início de 2002, enquanto grassava a epidemia anual de dengue, circulou mensagem recomendando usar borra de café no combate ao mosquito da dengue, o Aedes aegypti.
Segundo a mensagem, cientista paulista
... descobriu que a borra de café produz um efeito que bloqueia a postura e o desenvolvimento dos ovos do Aedes Aegypti.

Para interromper o ciclo de reprodução, ela recomenda colocar
... duas colheres de sopa de borra de café para cada meio copo de água...
Duas colheres do pó produzem cerca de meio litro de café, dependendo da preferência de cada um: mais forte, mais pó. Mais fraco, menos pó.
Portanto, ao fazer um litro de café usam-se cerca de quatro colheres de sopa e o pó resultante do processo dá para preparar uma mistura capaz de encher um copo.
No final das contas, a finalidade da mistura é eliminar a (quase) pureza da água que se acumula em vasos de plantas e na qual se reproduz o temível mosquito. Dizem os especialistas, que o mosquito, ou melhor, "a mosquita", pois é ela quem contamina as pessoas e põe os ovos, não aprecia água suja.
É uma ajuda, talvez não muito significativa dentro do universo de reprodução do Aedes aegypti, mas, como se diz, é uma maneira de cada um fazer a sua parte.
Gente de fino trato pode botar na água das plantas um dose de vinagre balsâmico, um pouco de noz moscada ou de essências aromáticas que, certamente, produzirão o mesmo efeito: sujar a água e impedir que "a mosquita" ponha os ovos.

Chá de cravo de defunto no combate à dengue.

Durante a epidemia de dengue que assolou o Brasil no verão 2001/2002, enquanto circulava a mensagem acerca do uso da borra de café no combate ao Aedes aegypti circulou um artigo intitulado Cravos Amarelos x Dengue de autoria do médico carioca Radjalma Cabral de Lima.
Nesse artigo, o doutor Radjalma Cabral de Lima, que trabalha na Secretaria de Saúde do Acre desde 1999, relata a sua bem sucedida experiência no uso do chá do cravo de defunto no tratamento da dengue.
Segundo ele,
O chá das flores ou folhas do cravo de defunto é usado na medicina popular contra angina, tosse, como antiespasmódico, anti-reumático e contra cólicas uterinas.
Quando ele trabalhava num hospital da Cooperativa Pindorama, bem próximo da cidade de Penedo, estado de Alagoas, ele encontrou uma epidemia de dengue. E o que fez ele?
A todos os pacientes que apresentavam dor muscular ou articular generalizada, com febre, independentemente do diagnóstico, orientei à enfermagem "perplexa" que ministrasse goles do chá ainda morno, ao mesmo tempo em que solicitei que a cozinheira continuasse preparando mais chá, conforme a necessidade.
Todos ficaram ainda mais perplexos quando, após as duas primeiras horas de atendimento, as pessoas já não apresentavam queixas.
E o resultado foi que, depois de algum tempo
... não havia mais uma epidemia de dengue e sim uma epidemia de cravos nos jardins. Situação semelhante aconteceu no ano em que trabalhei no PSF em Caruaru, Pernambuco.
O cravo de defunto, Tagetes erecta Linn., é uma planta originária do México e suas propriedades terapêuticas são reconhecidas desde o tempo dos astecas. Nos países de língua inglesa, ela é denominada marigold e african marigold. No México, na América Central e na América do Sul (exceto o Brasil) é conhecida como cempasuchil (do nahuatl, língua falada pelos astecas, cempohualxochitl), amarillo e flor de muerto.
Na agricultura, recomenda-se o seu uso como cultura intercalada no combate aos fitonematóides, microrganismos que danificam as raízes das plantas. Devido ao forte odor das flores, é usado como repelente natural de pulgões, ácaros e de algumas lagartas. Também é usado na produção de corantes, de óleos essenciais e como suplemento alimentar das aves.
São muitas as ervas e raízes de reconhecido valor no tratamento de doenças. O próprio cravo de defunto vem sendo estudado, nos EUA, devido à possibilidade de se obter, a partir dele, a luteína.
O artigo Lutein for Healthy Eyes apresenta o uso da luteína obtida a partir do cravo de defunto na prevenção de algumas doenças.
O fato é que todos sairíamos ganhando se, aqui no Brasil, houvesse incentivos para que pesquisas fossem realizadas no sentido de conhecer melhor os efeitos das ervas usadas na chamada medicina popular. Se confirmadas as propriedades anunciadas, tanto melhor, pois trata-se, quase sempre, de medicamentos baratos e, portanto, acessíveis à grande maioria da população.
Além disso, seria uma forma de assegurar que os direitos de patente de fabricação fiquem de posse de empresas e instituições brasileiras.
De qualquer forma, não se automedique, especialmente se você estiver com suspeita de dengue. Antes de tomar o chá de cravo de defunto, ou qualquer outra medicação, consulte o seu médico até para saber se o que você tem é mesmo dengue.
Lembre-se, também, que tomar remédio por conta própria pode mascarar os sintomas da doença e dificultar o correto diagnóstico.

Quatro cantos

Carcinógenos nos alimentos feitos com microondas

No livro do Dr. Lita Lee, Efeitos na Saúde das Radiações de Microondas - Os Fornos a Microondas, e nas edições de março e setembro/1991 da revista “Earthletter“, ela declara que todo forno a microondas perde radiação electromagnética, que é nocivo para os alimentos e transforma as substancias nele preparadas em perigosos organismos tóxicos e produtos carcinogênicos. Pesquisas suplementares resumidas neste artigo revela que os fornos a microondas são muito mais perigosos de quanto era previamente imaginado.
A seguir temos um sumário das investigações Russas publicadas pela Atlantis Raising Educational Center em Portland, Oregon. Carcinógenos foram formados em praticamente todos os alimentos testados. Nenhum alimento testado foi exposto às microondas por um tempo maior do que o necessário para realizar o propósito, isso é, cozinhar, descongelar ou aquecer os alimentos para assegurar uma ingestão sanitária. Aqui está um resumo de alguns dos resultados:O tratamento com microondas de preparados à base de carne apenas o suficiente para a normal ingestão, causou a formação de D-nitrosodienthanolaminas, bem conhecidas como carcinógeno (Cancerógeno).O leite e os cereais aquecidos com microondas converteram alguns de seus aminoácidos em carcinógenos.Descongelando frutas congeladas estas converteram o seu conteúdo de glucose e galactose em substancias carcinógenas.Uma exposição extremamente curta de verduras cruas, cozidas ou congeladas converteu o alcaloide presente nas verduras em carcinógenos.Radicais livres carcinogênicos foram formados em plantas expostas às microondas, especialmente raizes vegetais. Diminuição do valor nutricionalPesquisadores Russos também relataram uma acentuada aceleração da degradação estrutural levando a uma diminuição do valor nutritivo do alimento de 60 a 90% em todos os alimentos testados. Entre as mudanças observadas estavam:
Diminuição da bio-disponibilidade das vitaminas do complexo B, vitamina C, vitamina E, minerais essenciais e fatores liotrópicos em todos os alimentos testados.
Várias espécies de danos para muitas substâncias das plantas, tais como alcalóides, glucoses, galactoses e nitrilosides.
A degradação das nucleo-proteínas nas carnes. A descoberta da doença das microondasOs russos pesquisaram em milhares de trabalhadores que foram expostos às microondas durante o desenvolvimento do radar em 1950. Suas pesquisas mostraram seríssimos problemas para a saúde que os russos fixaram um estreito limite de 10 microwatts de exposição para os trabalhadores e 1 microwatt para os cidadãos.
No livro de Robert O. Becker, “O Corpo Elétrico“, ele descreveu a pesquisa Russa sobre os efeitos para a saúde da radiação microondica, às quais ele chamou “doença das microondas“. Na pagina 314, Becker declara:
“Os primeiros sintomas (da doença provocada pelas microondas) são baixa pressão arterial e baixa pulsação cardíaca. Posteriormente, as manifestações mais comuns são: excitação crônica do sistema nervoso simpático (síndrome de stress) e alta pressão sanguínea. Nesta fase também se incluem freqüentemente: dores de cabeça, tonturas, dor nos olhos, insônia, irritabilidade, ansiedade, dores no estomago, tensão nervosa, dificuldade de concentração, perda de cabelos, além do aumento de incidência de apendicites, catarata, problemas nos órgãos reprodutivos e câncer. Os sintomas crônicos são eventualmente sucedidos pelas crises de exaustão das glândulas supra-renais e doença isquêmica do coração (o bloqueio das artérias coronárias e ataques cardíacos)“.
Segundo o Dr. Lee, mudanças são verificadas nos componentes químicos do sangue e no índice de certas doenças entre consumidores de alimentos tratados com microondas. Os sintomas acima podem ser facilmente causados pelas observações mostradas abaixo. O seguinte é uma amostra destas mudanças:Desordens linfáticas foram observadas, indicando a diminuição da capacidade de prevenir certos tipos de câncer.Aumento do índice de formação de células cancerógenas foi observado no sangue.Aumento do índice de câncer no estomago e intestinos foi observadoElevados índices de desordens digestivas e um gradual colapso dos sistemas de eliminação foram observados. Conclusões sobre a pesquisa das microondasA seguir estão as mais significantes pesquisas Alemãs e Russas sobre a capacidade de acção referente aos efeitos biológicos das microondas:
A pesquisa inicial conduzida pelos alemães durante a campanha militar de Barbarossa, para a Humbolt-Universitat em Berlim (1942-43); e
De 1957 até hoje (até o fim da guerra fria) as operações de pesquisas Russas foram conduzidas por:
Instituto de rádio tecnologia em Kinsk, região autônoma da Bielorussia; e no Instituto de rádio tecnologia em Rajasthan na região autônoma de Rossiskaja, ambos na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.
Em muitos casos, os alimentos usados para a análise da pesquisa foram expostos à propagação de microondas num potencial energético de 100 kilowatts/cm3/seg., o ponto considerado aceitável para uma normal, sanitária ingestão. Os efeitos verificados pelos pesquisadores Russos e Alemães são apresentados em três categorias:
Categoria I - Efeitos que causam o CâncerCategoria II - Destruição Nutritiva dos AlimentosCategoria III- Efeitos Biológicos da ExposiçãoCategoria IEfeitos que causam o câncer(Os primeiros dois pontos da categoria I são ilegíveis nas cópias dos nossos relatórios. O restante do relatório é integro.)
3 - Criação de um efeito ligado com a radioatividade na atmosfera, assim da causar um significante aumento no total de saturação das partículas Alfa e Beta dos alimentos.
4 -Criação de agentes causadores do câncer nos componentes das proteínas hidrolisadas, no leite e grãos de cereais (estas são proteínas naturais que são divididas em fragmentos artificiais pela adição de água);
5 - Alteração das elementares substancias alimentares provocando desordens no sistema digestivo pelo instável catabolismo dos alimentos expostos às microondas (o colapso do processo metabólico);
6 - Devido as alterações químicas dentro das substancias dos alimentos, disfunções foram observadas dentro do sistema linfático (vasos absorventes) causando a degeneração do potencial de imunização do corpo para proteger contra certas formas de neoplasias (crescimento anormal dos tecidos);
7 - A ingestão de alimentos preparados em fornos a microondas causou uma alta no percentual de células cancerígenas dentro do soro do sangue (citomas - células tumorais tais como sarcoma);
8 - Emissões de microondas causaram alterações no comportamento metabólico (colapso metabólico) dos elementos da glucoside (dextrose hidrolizada) e galactoside (álcool oxidado) nas frutas congeladas quando foram descongeladas desta maneira.
9 - A emissão de microondas causou alterações do comportamento catabólico (colapso do metabolismo) dos alcalóides das plantas (elementos base do nitrogênio orgânico) quando verduras, cozidas ou cruas foram expostas a estas, mesmo que por uma duração extremamente curta.
10 - Radicais livres causadores do câncer (moléculas incompletas altamente reativas) foram formadas dentro de alguns resíduos minerais de formações moleculares, e em particular, raízes vegetais cruas; e,
11 - Estatisticamente num elevado percentual de pessoas, os alimentos feitos com o uso de microondas causaram o desenvolvimento de câncer no estomago e nos intestinos, bem como uma degeneração generalizada dos tecidos celulares periféricos, com um gradual colapso dos sistemas digestivo e excretor.
Categoria IIDiminuição do valor nutritivo dos alimentos
A exposição às microondas provocou significantes diminuições no valor nutritivo de todos os alimentos pesquisados. À seguir estão as mais importantes descobertas:
1 - Uma diminuição na bio-disponibilidade (capacidade do corpo para utilizar os nutrimentos) das vitaminas do complexo B, vitamina C, vitamina E, minerais essenciais e liotrópicos em todos os alimentos;
2 - Uma perda de 60 a 90 % do conteúdo do campo de energia vital em todos os alimentos testados;
3 - Uma redução no comportamento metabólico e na capacidade do processo de integração dos alcalóides (elementos básicos do nitrogênio organico), glucoses, galactoses e nitrilosidos;
4 - Uma destruição do valor nutritivo das núcleo-proteínas das carnes;
5 - Uma acentuada aceleração da desintegração estrutural em todos os alimentos.
Categoria IIIEfeitos biológicos da exposição
A exposição às emissões de microondas também teve um efeito negativo imprevisível no total bem-estar biológico humano. Isto não foi descoberto até que os Russos experimentaram com equipamentos altamente sofisticados e descobriram que um ser humano não precisa ingerir as substancias preparadas com microondas: aquela regular exposição aos campos energéticos era suficiente para causar efeitos tão adversos que o uso de qualquer aparelho de microondas foi proibido em 1976, por lei, na União Soviética.
Os seguintes efeitos são enumerados:
1 - Colapso do “campo de energia vital“ humana naqueles que foram expostos às radiações dos fornos a microondas enquanto funcionavam, com efeitos colaterais ao campo de energia humano aumentados pela longa duração.
2 - Uma degeneração dos paralelos da voltagem celular durante o processo de uso do aparelho, especialmente no sangue e áreas linfáticas;
3 - Uma degeneração e a desestabilização dos potenciais externos de energia ativada da utilização dos alimentos dentro dos processos do metabolismo humano;
4 - Uma degeneração e a desestabilização do potencial da membrana celular enquanto o processo de transferimento catabólico (colapso metabólico) no soro do sangue do processo digestivo.
5 - Degeneração e colapso dos impulsos elétricos nervosos dentro dos potenciais de junção do cérebro (a porção frontal do cérebro onde reside o pensamento e funções essenciais);
6 - Degeneração e colapso do circuito elétrico nervoso e perda dos campos de energia simétrica nos neuroplexuses (centros do nervo) ambos na frente e fundos do sistema nervoso autônomo;
7 - Perda de equilíbrio e rotação da força bioelétrica dentro do sistema ativado de ascendência reticular. (o sistema que controla a função da consciência);
8 - uma perda cumulativa a longo prazo de energia vital nos setes humanos, animais e plantas foram verificados num raio de 500 metros do equipamento operacional;
9 - Efeitos residuais de longa duração dos “depósitos“ magnéticos foram localizados por todo o sistema nervoso e sistema linfático.
10 - Uma desestabilização e interrupção na produção dos hormônios e na manutenção do equilíbrio hormonal em machos e fêmeas;
11- Níveis notavelmente altos de distúrbios nas ondas cerebrais alpha, theta e padrões do sinal de onda delta de pessoas expostas aos campos de emissão de microondas, e;
12 - Por causa destes distúrbios das ondas cerebrais, os efeitos psicológicos negatívos foram verificados incluindo a perda da memória, perda da capacidade de concentração e abaixamento do limiar emocional, desaceleração do processo intelectivo, e episódios de interrupção do sono num percentual estatisticamente elevado em indivíduos sujeitos à exposição contínua aos efeitos dos campos de emissão dos aparelhos de microondas, tanto em aparelhos para cozinhar que em estações de transmissões. Conclusões das pesquisas legaisDas vinte e oito indicações enumeradas precedentemente, o uso dos aparelhos a microondas é definitivamente desaconselhável; e, com a decisão das autoridades soviéticas em 1976, a presente opinião científica em muitos países referente ao uso de tais aparelhos é claramente em evidência. Devido ao problema do residual magnético e união dentro do sistema biológico do corpo (categoria III : 9), que pode por fim afetar o sistema neurológico, principalmente o cérebro e neuroplexuses (centro do nervo), a longo prazo pode resultar a despolarização dos circuitos neuroelétricos.
Por que, estes efeitos podem causar danos praticamente irreversíveis para a integridade neuroelétrica de vários componentes do sistema nervoso (I.R. Luria, Novosibirsk 1975a), a ingestão dos alimentos preparados em fornos a microondas é claramente contra-indicada em todos os aspectos. Seus magnéticos efeitos residuais podem transformar os componentes do receptor psiconeural do cérebro mais suscetível a influencia psicológica pelas freqüências de radio artificiais induzidas nas microondas dos campos das estações de transmissão e de coligamentos das redes de televisão.
A teórica possibilidade da influência psico-telemétrica (a capacidade de afetar o comportamento humano pelas transmissões de sinais de rádio e freqüências controladas) foi sugerido pelas investigações neuropsicológicas soviéticas em Uralyera e Novosibirsk (Luria e Perov, 1974a, 1975c, 1976a) a qual pode causar a conformação involuntária do campo de energia psicológico subliminal de acordo com o aparelho operativo de microondas.
Das conclusões dos estudos clínicos científicos dos Suíços, Russos e Alemães, nós não podemos mais ignorar o forno a microondas sentado nas nossas cozinhas. Baseado nesta pesquisa, podemos concluir este artigo com o seguinte:
1 - continuar comendo alimentos processados em fornos a microondas causa a longo prazo permanentes danos cerebrais pelo curto-circuito dos impulsos elétricos no cérebro (despolarização ou desmagnetização do tecido cerebral).
2 - o corpo humano não pode metabolizar (decompor) os produtos desconhecidos criados nos alimentos feitos com as microondas.
3 - a produção dos hormônios masculinos e femininos diminui e/ou altera pela contínua ingestão de alimentos cozidos com microondas.
4 - os efeitos dos alimentos tratados com microondas é residual (a longo prazo ou permanente) dentro do corpo humano.
5 - os minerais, vitaminas e nutrientes de todo alimento feito com microondas são reduzidos ou alterados de modo que no corpo humano fica pouco ou nenhum benefício, ou o corpo humano absorve componentes alterados que não pode decompor.
6 - os minerais presentes nas verduras são alterados em cancerosos radicais livres quando cozidos em fornos a microondas.
7 - alimentos feitos com microondas causam o desenvolvimento de formas cancerosas no estomago e intestinos (tumores). Isto pode explicar o rápido aumento da taxa de câncer do colón, nos E.U.A.
8 - a ingestão prolongada de alimentos tratados com microondas causa o aumento das células cancerígenas no sangue humano.
9 - a contínua ingestão de alimentos tratados com microondas causa uma deficiência do sistema imunitário através das glândulas linfáticas e alterações do soro sangüíneo.
10 - comer alimentos preparados com uso de microondas, causa a perda da memória, perda da concentração, instabilidade emocional e uma diminuição a inteligência.O uso de transmissões artificiais de microondas para um controle psicológico subliminal. Também conhecido como “lavagem cerebral“, foi também provado. Estamos tentando obter cópias dos documentos das pesquisas Russas de 1970 e os resultados escritos pelos Drs. Luria e Perov especificando seus experimentos clínicos nesta área.

Leia mais: Recipientes plásticos no forno de microondas liberam dioxinas cancerígenas?
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O sangue pré-aquecido com microondas mata o paciente

Em 1991, havia um processo judicial em Oklahoma relativo ao uso hospitalar de um forno a microondas para pré-aquecer o sangue usado em transfusões. O caso envolveu um paciente de cirurgia nos quadris, Norma Levitt, que morreu por uma simples transfusão de sangue. Parece que a enfermeira tinha aquecido o sangue num forno a microondas. Esta tragédia fez-se muito aparente. Muito mais que o “aquecimento“ com os fornos a microondas que fomos dirigidos a acreditar. O sangue para transfusões é habitualmente pré-aquecido, mas não em fornos a microondas. No caso da Sra. Levitt, o pré-aquecimento num forno a microondas alterou o sangue e este matou-a.
É obvio que esta forma de “radiação de calor“ microondico faz alguma coisa nas substancias que aquece. É também muito evidente que as pessoas que usam os fornos a microondas para fazer seus alimentos, estão também engolindo estas “coisas desconhecidas“. Por que o nosso corpo é electro-quimico de natureza, qualquer força que quebra ou muda o equilibrio electroquimico pode afetar a fisiologia do corpo. Isto é, também descrito no livro de Robert O. Becker, “O corpo elétrico“, e no livro de Ellen Sugarman, “Cuidado, a eletricidade em torno a voce pode ser perigosa para a sua saúde“.

Os 8 Remédios Naturais - Luz Solar



Você provavelmente reconhece a importância do sol para a vida na Terra. Você sabe que ela provê aquecimento, luz e alimento. O que a luz solar pode fazer para sua saúde pessoal?

A luz solar mata germes. Por isso é importante expor lençóis, travesseiros e outros itens que não são lavados tão frequentemente à luz solar e ao ar fresco. Abra as janelas de suas casa tanto quanto possível. Isto permitirá a luz do sol matar bactérias em seu lar tão bem quanto ajudará a prevenir o mofo.

A imunidade é aumentada pela exposição à luz do sol, e a resistência de seu corpo à infecção é aumentada. Aumentam os glóbulos brancos sanguíneos, especialmente os linfócitos. Anticorpos são também aumentados. Estes efeitos podem durar por três semanas. Mesmo dez minutos de exposição ao sol duas vezes por semana pode reduzir grandemente a incidência de resfriados. Um moderado bronzeado da pele ajuda a resistir às infecções também.

Os ossos são fortalecidos pela luz solar. Ele permite o corpo fazer Vitamina D a qual ajuda a absorção do cálcio pelos intestinos e o depósito de cálcio para construir ossos saudáveis. A luz do sol previne o raquitismo e ajuda a prevenir e a reverter a osteoporose. Existe também uma conexão dela com a diminuição da incidência de cáries dentárias.

As células sanguíneas vermelhas funcionam melhor após a exposição do corpo ao sol. Ocorre um aumento da habilidade delas transportar e distribuir oxigênio nas células do corpo. Isto aumentará sua energia e a resistência assim como ajudará na prevenção de muitas doenças.

O colesterol é mudado em Vitamina D na pele na presença de luz solar não filtrada. Isto pode ajudar a diminuir os níveis de colesterol no sangue.

Uma sensação de bem-estar é promovida pela luz solar e o humor melhora. Exposição diária ao sol estimula a liberação de melatonina que melhora o sono. Para a maioria das pessoas a luz do sol é uma importante terapia especialmente se combinada com exercício na prevenção e tratamento da depressão aguda e crônica. Lembre-se de tentar pegar qualquer raio de sol durante o inverno e tempo nublado.

Propriedades curativas são encontradas na luz solar. Feridas na pele são curadas muito melhor através de curtos períodos de exposição ao sol diariamente. A luz do sol ajuda também a aliviar a dor de articulações inchadas pela artrite e até mesmo alivia alguns sintomas da Síndrome ou Tensão Pré-Menstrual (TPM).

O câncer do seio, do cólon e da próstata são menos encontrados em pessoas que tomam bastante sol.

Cuidados:

Pequenas quantidades de luz solar são ótimas. Grandes quantidades são perigosas. Coloque um limite para expor-se ao sol. Uma meta de no máximo 30 minutos por dia é realística para a maioria das pessoas. Inicialmente você pode necessitar limitar este tempo para cinco minutos se você tem pele clara ou quinze minutos se tem pele escura, aumentando gradualmente. Lembre-se de que pele úmida queima mais rápido assim como a areia e a água podem aumentar a exposição solar por causa da reflexão. Os raios ultravioletas podem queimar mesmo em dias nublados.

Nunca permita queimar-se sob o sol. Isto aumenta o risco de câncer de pele. O melanoma maligno, que é o pior tipo de câncer de pele, mata aproximadamente sete mil norte-americanos por ano.

Sabemos que a luz solar pode ser curativa ou destrutiva, dependendo de como a usamos. Ela é o beijo da vida ou da morte. Desfrute o sol sabiamente e sua luz aumentará sua vitalidade e saúde.

Autor/Fonte: Wildwood Lifestyle Center and Hospital series. Traduz. e adaptado por Dr Cesar Vasconcellos de Souza